
Esse é o Zulu que eu reencontrei ontem em Botafogo, no Rio. Ele foi o cara que assinou embaixo na hora de decidir se o nome da banda seria O Rappa realmente. Vejam só como nada é de graça. Eu estava procurando um endereço e vi o Zulu em frente a um restaurante bacana. Ele deve trabalhar lá. Com sua voz majestosa e sorriso largo. Salve Zulu !!
Quanto ao Acústico, eu sempre me interessei por outros instrumentos. Na casa dos meus pais, rolavam ensaios com harpa, clarinete, oboé...Toquei muito tempo em banda de salsa, numa época em que esse gênero era conhecido por poucos. Uns vinte anos atrás. Tenho um interesse especial pelos tambores e por todas as percussões. Antigamente, percussão era algo tratado com despreso e hoje em dia, já se tem um respeito maior. Quando pintou a estória do Acústico, percebemos que seria bom ter mais percussionistas no palco, já que os instrumentos não poderiam ser eletrificados. O peso do som viria por aí. Quando se têm instrumentos de timbres diferentes, a riqueza é maior. É uma espécie de mistura de raças que no final ganha forças. Claro, sem prazer pelo lance fica difiícil. Na verdade, sempre usamos instrumentos variados nos discos, mas nunca ao vivo. Imaginem um steeldrum que vem do Caribe tocando com uma rabeca que é uma versão brasileira de um violino e vem do Nordeste. Só podia sair caldo.